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A CAJUNOR é uma empresa especializada na produção e comercialização de mudas enxertadas de cajueiro anão precoce (Anacardium occidentale L.), clones CCP 76, CCP 09 e Embrapa 51.
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Especificações Técnicas

CAJUEIRO ANÃO PRECOCE

Segundos estudiosos a origem brasileira do cajueiro é um fato; o litoral nordestino é tido como centro de origem e dispersão do cajueiro comum, e Amazônia do cajueiro precoce.

Cajunor  

13/02/2010

Aspectos Gerais:
Segundos estudiosos a origem brasileira do cajueiro é um fato; o litoral nordestino é tido como centro de origem e dispersão do cajueiro comum, e Amazônia do cajueiro precoce. A planta está difundida pela América do Sul, América Central, África, Ásia; a partir de 1985 destacaram-se a Índia, Brasil, Moçambique, Tanzânia e Quênia como principais produtores de castanhas no mundo. No Brasil a quase adtotalidade da produção de castanhas situa-se nos estados do Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte.

Internamente o Brasil consome pedúnculos do fruto, amêndoa da castanha e líquido da castanha; a comercialização da safra tem início 3 a 4 meses antes da colheita (castanha crua e pedúnculo). O Brasil exporta liquido da castanha (LCC) (quase toda a produção) e amêndoa da castanha (ACC) também quase a totalidade da sua produção.

A produção nacional de caju no ano de 2.002 foi de 157.721 t., numa área colhida de 629.474 ha.

Botânica/Variedades/Descrição:

Composição:
O cajueiro pertence à família Anacardiaceae, Dicotyledoneae, gênero Anacardium, espécies Anacardium occidentale, L. (cajueiro comum) e – supostamente – Anacardium occidentale, L. var, nanum (cajueiro precoce).

A palavra caju parece vir do termo "Acâi-ou" (língua tupi), que significa pomo amarelo; em línguas estrangeiras é conhecido como marañom (espanhol), cajou, anacardier (francês), cashew (inglês), anacardio (italiana). O cajueiro precoce é também conhecido como cajueiro anão, cajueiro-anão-precoce, cajueiro-do-ceará, cajueiro-do-ceará-de-seis-meses.

No cajueiro precoce destacam-se os clones CCP06 (pedúnculo amarelo), CC09 (amarelado), CCP76 (avermelhado), Embrapa 50 (amarelo) e Embrapa 51 (vermelho) CCP1001 (vermelho). No cajueiro os tipos se diferenciam quanto a cor, forma, tamanho, sabor e consistência do pedúnculo do fruto sendo conhecidos como caju amarelo, caju vermelho, caju banana, caju manteiga, caju travoso, caju branco, caju maçã, entre outros.

As flores do cajueiro são masculinas e hermafroditas situadas na mesma inflorescência; as masculinas abrem-se às 06:00 horas (até as 16:00 horas) e as hermafroditas às 10:00 horas (até as 12:00 horas). A receptividade do órgão reprodutor feminino existe desde 24 horas antes até as 48 horas depois da abertura da flor. A polinização é predominantemente cruzada. A frutificação dá-se na época seca decorrendo 60-65 dias da floração à frutificação completa.

O fruto do cajueiro – a castanha – é um aquenio reniforme constituído pelo pericarpo – formado pelo epicarpo, mesocarpo (que contém o LCC) e o endocarpo – e pela amêndoa (que abriga o embrião) comestível, de cor branca (crua), contendo óleo. O LCC é uma resina líquida (cáustica). A parte carnosa ligada ao fruto é o pedúnculo floral hipertrofiado chamado hipocarpo ou pseudo fruto, é rico em suco e tem formato variado (cilíndrico, piriforme, alongado....).

Características do cajueiro comum: Planta de porte alto (6 a 12 metros) excepcionalmente 15 e 20 metros (terrenos férteis), envergadura 10m. a 20m., copa ereta, compacta a esparramada. A primeira floração dá-se entre 3º e 5º ano de vida, o peso da castanha de 3 a 33g., peso do pedúnculo 20g. a 500g., de cor amarela ou vermelha. Produz 1,0 a 100Kg. de castanhas por safra (10.000 frutos), estabiliza a produção no 8º ano de vida; a floração dura 4 a 5 meses e a planta vive 35 anos.

Características do cajueiro precoce: Planta de porte baixo (2 a 4m.), copa compacta (em torno de 7 metros de envergadura), ereta; propagado por enxertia, estaquia ou alporquia entra em floração aos seis meses, inicia floração um mês antes do que a do cajueiro comum, floração que dura 7 a 9 meses. O peso do fruto varia de 3g. a 13g., peso do pedúnculo varia de 40 a 198g. O período de maior intensidade de frutificação (Piauí e Ceará) é de Junho a Dezembro.

Produtividade do Cajueiro anão precoce:

• Cajueiro comum: média de 200 kg/hectare/ano
• Cajueiro anão precoce: média de 1.200 Kg/hectare/ano em regime de sequeiro, podendo chegar a 5.200 Kg/hectare/ano em regime de irrigação.

Composições da amêndoa e do pedúnculo do caju:

Quadro 1
Composição da amêndoa e do pedúnculo:

Componente
Amêndoa crua

Pedúnculo fresco

Umidade (%)
2,0
86,0
Proteína bruta (%)
20,9
0,7
Fibra bruta (%)
1,2
-
Carboidratos totais (%)
27,2
-
Cálcio (mg./100g.)
165,0
14,5
Fósforo (mg./100g)
490,0
33,4
Ferro (mg./100g.)
5,0
0,35
Brix
-
10,7
Tanino (%)
-
0,37
Ácido ascórbico (mg./100g)
-
200
Açúcares totais (%)
-
8,35
Extrato etereo (%)
49,0
-
Vitamina A (U.I.)
-
10,8

Tripes: Selenothrips rubrocinctus Giard, 1901, Thysanoptera, Thripidae.

Adulto cor geral preta ou marrom escura com 1mm. de comprimento; a fêmea introduz ovos dentro da folha e deles saem formas jovens, ninfas, amareladas com faixa vermelha no abdome. Sugam a seiva das folhas, na face inferior as partes atacadas ficam amareladas e depois tomam cor prateada. Causam seca e queda das folhas, secamento das inflorescências e depreciação de frutos.

Controle: pulverização com jato de calda aplicado de baixo para cima com inseticidas à base de dimetoato 50 CE, monocrotofos 40, malatiom 50 CE, fenitrotiom 50 CE.

Pulgão: Aphis gossypii, (Glover, 1975), Homoptera, Aphididae.

Adulto é inseto de corpo mole, pequeno, com/sem asas, cor de amarelo-claro a verde-escuro, vive em colônias numerosas que sugam intensamente as inflorescências causando secamento delas e reduzindo a produção.

Controle: pulverização das inflorescências com inseticidas à base de pirimicarb 500 PM, dimetoato 50 CE, malatiom 50 CE, paratiom metil 60 E.

Desfolhadores da planta:

Besouro vermelho: (Crimissa sp. Coloptera).
Adultos são vermelhos, larvas são lagartas verde lodo; ambos destroem as folhas (larva mais voraz) após o período de produção.

Lagarta saia justa: (Cicinnus sp. Lepidoptera).
Lagartas jovens ficam agrupadas nas folhas e "maduras" cada qual envolve-se em uma folha. O ataque dá-se no princípio da floração prejudicando a produção por diminuição da área foliar.

Lagarta verde: (Eacles sp., Lepidoptera).
Adulto mariposa amarela, larva (lagarta) cor verde ou alaranjada ou amarela ou marrom. Pode alcançar 10cm. de comprimento, destroe o limbo foliar, pode desfolhar a planta.

Controle: lagarta saia justa pulverização com dibrom 58 CE, monocrotophos 40 SC, methidathion.

Outros: lagarta verde pulverizações com carbaryl 80 PM, triclorfom 50 S, (para lagartas pequenas) e Bacillus thuringiensis 25 B (0,5 kg/ha). Besouro vermelho: paratiom metil 60 E, fenitrotiom 50 CE, triclorfom 50 S.

Traça das castanhas: Anacampsis sp., Lepidoptera.
Adulto é uma mariposa com 2cm. de comprimento e cor escura; a forma jovem é pequena lagarta rosa claro e cabeça preta que penetra pelo maturi (inserção castanha-pedúnculo) e destroe toda a amêndoa, onde empupa.

Controle: pulverização dos maturis com produtos à base de fenitrotiom CE 50, malatiom 50 CE.

 Doenças:

Antracnose: doença por fungo Glomerella cingulata.

O agente ataca ramos, folhas, inflorescências, pedúnculos e frutos; aparecem manchas necróticas pardo-avermelhadas nas folhas deformando-as; nos ramos são lesões pardas, alongadas e deprimidas; frutos jovens secam e caem e pedúnculos mostram lesões necróticas, rachaduras e deformações. A doença ataca, também, o viveiro.

Controle: Poda de limpeza no fim do período chuvoso e antes do início de produção de folhas.
Pulverização da planta com fungicidas à base de benomyl 50, captafol 480, mancozeb, oxicloreto de cobre.
Plantio de variedades resistentes.

Oídio: doença causada pelo fungo Oidium anacardii.

Folhas são alvo do ataque; aparece, no seu dorso, revestimento ralo branco-acinzentado e pulverulento nas áreas afetadas. Em seguida aparecem manchas escuras, bronzeadas, extensas, recobertas pela cinza. Sob ataque intenso as folhas secam prematuramente.

Controle: aplicação, em pulverização, de fungicidas à base de enxofre molhável, de quinometionato, de dinocap, a cada 15 dias; iniciar tratamento no aparecimento dos sintomas.

Mofo preto: doença por fungo Perisporiospsella anacardii.

Causa, inicialmente, manchas arredondadas amareladas nas folhas com pontuações negras na face superior; mais tarde as manchas tornam-se pardas e aparece bolor negro feltroso na página inferior. Há ressecamento e queda da folha. O cajueiro anão é particularmente sensível à doença.

Controle: efetuar poda de limpeza e pulverizações das folhas com produtos à base de oxicloreto de cobre.

Outras pragas: larva do broto terminal, mosca branca (diazinom, fenitrotiom) cigarrinha (monocrotophos, triclorfom), lagarta véu de noiva (triclorfom, dibrom), cochonilha (paratiom metil, fenitrotiom) ácaro amarelo e ácaro das flores (enxofre), nematoides (Xiphinema, Criconemoides).

Outras doenças: bolor verde da amêndoa, mancha angular da folha (viveiro), mancha de filosticta (folhas), podridão de esclerocio (plantas jovens em viveiro) podridão de raízes (viveiros), pestaloziose, cercosporiose.

Colheita/Beneficiamento/Armazenamento:

Colheita inteiramente manual; a mecanizada depende fundamentalmente, de clones de porte baixo, copa ereta e uniforme e produção concentrada. A colheita de pedúnculo + fruto deve ser feita pela manhã aproveitando frutos caídos não estragados também e frutos ao alcance das mãos (nunca os fora de alcance).

Há descastanhamento (separação dos frutos e dos pedúnculos) e estes, acondicionados em caixas de 12 kg, são enviados para processamento (indústria).

No caso de colheita só para aproveitamento do fruto colhe-se de 7 em 7 dias; em seguida as castanhas são secadas ao sol por dois dias a três e armazenadas à granel sobre estrados com ventilação assegurada.

As produções de castanha variam 150 a 500 kg/ha para cajueiro comum; o cajueiro precoce pode produzir 1.300 Kg a 5.200 Kg/ha de castanha; esta representa 10% do peso do pseudo-fruto +castanha.

O processamento do pseudo-fruto+castanha:

O processamento do pseudo-fruto visa obter suco com polpa em suspensão, cajuina, caju em calda, caju ameixa, doce em massa, geléia, caju cristalizado, farinha de pedúnculo, vinho, vinagre, licor, aguardente, xarope.

O processamento da castanha visa obter a amêndoa (descasque), LCC, película da amêndoa, casca da castanha, creme de amêndoa.

 Usos do Cajueiro:

Árvore: espécie vegetal para florestamentos havendo registros do seu uso como árvore ornamental e para sombreamento. A casca do tronco é adstringente, rica em tanino, própria para o curtume; ainda a casca contém substância tintorial vermelho-escuro (tinge roupas, redes em linhas de pesca). Cortes no tronco deixam sair resina medicinal (expectorante) e de uso no preparo da cajuína a da jeropiga.

As folhas novas servem para curtume e sua infusão (20% de folhas) é tida como medicinal (escorbuto infantil e angina de bismuto).

A madeira, cor rósea, dura, revessa, que recebe bem o verniz, é resistente à água do mar sendo usada para fabricação de cavername de barcos. Apesar disso só é utilizada para lenha e carvão (infelizmente).

Pedúnculo: rico em vitamina C é utilizado na alimentação do homem e de animais (bagaço da indústria). Ao natural o pedúnculo é consumido fresco (inteiro, cortado em rodelas, acompanhando feijoadas e tira-gosto de cachaça); esmagado produz suco refrescante – a cajuada -. Processado (em ações artesanais ou industriais) produz compotas, doces (cristalizados, em massa), caju-passa (ameixa), géleia; com o sumo produz-se sucos concentrados, cajuina (suco clarificado), vinho, vinagre, aguardente, licor, mel-de-caju. Com o suco fermentado (artesanalmente) fabrica-se as bebidas(mococoró e cauim); com pedúnculo + castanha jovens, - o maturi – prepara-se guisados e fritadas apetitosos.

Castanha - Amêndoa: é processada e consumida como castanha assada e salgada em coquetéis ou como tira-gosto de bebidas sofisticadas; ainda a amêndoa inteira ou quebrada ou sob forma de farinha entra no preparo de bolos, doces, bombons, chocolates, acompanha sorvetes, além de fornecer óleo, altamente insaturado.

Mesocarpo do fruto: produz a resina LCC – líquido da castanha de caju – de uso industrial (resinas fenólicas, pós de fricção para indústria automotiva); é de uso medicinal (propriedades antissépticas, vermifugas e vesicantes).


Formação de Pomar:

Preparo da área: As operações podem ser feitas manualmente, mecanicamente e de forma mista (segundo extensão da área, disponibilidade de mão-de-obra, vegetação existente na área). Em áreas já trabalhadas efetua-se gradagens cruzadas aplicando-se o calcário dolomítico antes de cada (se análise de solos recomendar) a 90 dias antes do plantio incorporando-se até 20cm. de profundidade. Sem recomendação aplica-se o calcário na cova (fundo) cobrindo-se com um pouco de terra (na adubação básica).

Espaçamento/coveamento: Para cajueiro comum de 10m x 10m até 15m x 15m (este mais próprio); para cajueiro precoce 6m x 8m (208 plantas/ha.) ou 6m x 5m (334 plantas/ha-PLANTIO ADENSADO). Covas com dimensões 30cm x 30cm x 30cm (terrenos leves) e 40cm x 40cm x 40cm (terrenos pesados); na abertura da cova separar a terra dos primeiros 10 a 15cm de altura.

Adubação de fundação (básica): trinta dias antes do plantio misturar 20 litros de esterco de curral em pó (bem curtido) + 500g. de superfosfato simples + 100g. de cloreto de potássio à terra separada, lançar na cova e enche-la com terra restante.

Plantio: deve ser feito no início do período chuvoso, em dias nublados.

De posse das mudas, abre-se espaço na cova para o torrão, corta-se saco com canivete, coloca-se torrão no centro da cova e comprime-se a terra em volta dele.

Consorciação: Em regiões de cerrado as culturas de soja e arroz; do litoral à caatinga as culturas de feijão vigna e mandioca. Cita-se ainda as lavouras de sorgo, gergelim, amendoim, maracujazeiro. Importante é manter distância hábil (1,0m a 1,5m.) da linha de plantio do cajueiro à lavoura consorciada. Consórcios são viáveis até o 5º ano de vida. Para pomares de cajueiro anão indica-se as lavouras de feijão, soja e amendoim.

Tratos Culturais:

Manter as plantas livres da concorrência de ervas daninhas, com capinas em "coroamento" em 2 a 3 operações/ano. Nas entrelinhas roçagem no período de chuvas e gradagem superficial na estação seca.

Desbrota: eliminação de ramos laterais baixos (nascidos abaixo das folhas cotiledonares ou abaixo do ponto de enxertia), no desbate (plantio direto) ou no final do período chuvoso, no ano de implantação do pomar.

Ainda no ano de implantação aplicar, sob projeção da copa, em cobertura com incorporação, por planta e por vez, mistura de 55g. de uréia e 35g. de cloreto de potássio no "pegamento" e no final do período chuvoso.

Poda de manutenção e limpeza: a de manutenção visa preservar o maior número possível de ramos produtivos favoráveis aos tratos e colheita. Ramos "ladrões", ramos que crescem para baixo, ramos que crescem sem produzir flores são eliminados; a planta deve ter, pelo menos, 60% de ramos que emitam flores e que dão à copa da planta formato de meia lua.

A de limpeza é feita anualmente com eliminação de ramos doentes ou secos.

As podas devem ser feitas após a colheita (safra).

Consorciação
O consórcio pode ser realizado até o terceiro ano após o plantio, pois a partir daí as plantas já estão muito crescidas e a faixa de solo livre nas entrelinhas torna-se bastante estreita. Deve-se optar por culturas de ciclo curto como o feijão, mandioca, soja, sorgo granífero e amendoim, embora outras possam ser usadas, dependendo das condições de clima, solo e mercado. O plantio dessas culturas deve ser efetuado a 1,0 m de distância das linhas do cajueiro.

Outra atividade que poderá ser explorada com o cajueiro é a criação de abelhas, que, além da renda adicional gerada pela produção de mel, poderá trazer benefícios na floração, melhorando a polinização, com conseqüente aumento na produção do cajueiro


Adubações anuais:
é feita em cobertura, na projeção da copa (2/3 para dentro, 1/3 para fora), com incorporação; as quantidades abaixo referem-se à aplicações por planta e por vez
.
Quadro 2 – Adubações em cobertura do cajueiro

Ano
Início das chuvas
Fim das chuvas
 
UR SS KCL
UR SS KCL
65 220 50
65 220 50
85 290 65
85 290 65
4º (1)
170 445 100
170 445 100

 
1. A partir do quarto ano.

Fonte: EBAPA (1988)
Ur: uréia; SS: superfosfato simples; KCL: cloreto de potássio.
OBS: Caso haja possibilidade pode-se aplicar 10l de esterco de curral, em pó, com leve incorporação ,no início do período chuvoso.
A partir do 5º ano os adubos podem ser lançados nas entrelinhas.

Pragas:

Broca das pontas: Anthistarcha binocularis, Meyrich, 1929 Lepidoptera, Gelechiidae.
Adulto é pequena mariposa cinza; a fêmea põe ovos na ponta dos galhos. Nascidas dos ovos as lagartinhas penetram no tecido mole em direção ao centro do galho abrindo galerias. O ataque resulta em folhas e inflorescencias murchas o que afeta a produção.

Controle: através pulverizações a serem iniciadas no começo da floração e frutificação, em número de seis, com intervalos de 10 dias. Entre os inseticidas indicados estão produtos à base de fenitrotiom CE 50, malatiom 50 CE, carbaryl 80 PM.

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